28/03/2013

Tingidos ou grisalhos?


Hoje em dia é mais comum os homens liberarem a vaidade e apostarem em produtos de beleza. São os famosos metrossexuais, os fissurados em manter a boa aparência. Sendo assim, nada mais rotineiro do que cuidar, além da pele e das unhas, do cabelo!

 “Hoje em dia cerca de 40% dos clientes (homens) colorem os grisalhos, o que é uma porcentagem grande. Alguns por pressão de suas mulheres, outros por exigência/vaidade própria ou do mercado de trabalho (se trabalham com a imagem)”, diz o top hair stylist, Samuel Jabes.

Quem não conhece um homem que tinge o cabelo? Pode ser vovô ou mesmo jovem, não existe mais idade para essas coisas. As tintas estão liberadas por aí! Você pode até não ter reparado, mas mudando de canal na sua televisão, dá uma reparadinha: Silvio Santos, Ratinho, Raul Gil, Heródoto Barbeiro, Edson Celulari e Pelé estão na lista dos tingidos.

Podemos ir mais além e citar os famosos internacionais: Gerard Butler, Charlie Sheen, Tom Cruise, Mickey Rourke e o rock star Steven Tyler. O grupo do sexo masculino que faz uso do tonalizante é poderoso!

Agora, se você prefere os fiozinhos brancos, aquele charme cinquentão, também fizemos uma listinha dos grisalhos mais encantadores, olha só: Richard Gere, George Clooney, Brad Pitt, Harrison Ford e Pierce Brosnan. Eles deixam tudo por conta da naturalidade.

E você, prefere o quê?
Fonte: Bolsa de Mulher

26/03/2013

Cinco lições de beleza de Luiza Brunet

Luiza Brunet é daquelas mulheres que quando entra em uma sala faz com que todas as pessoas virem o pescoço. Não por ser famosa, mas pela beleza que há mais de 30 anos encanta os brasileiros. Aos 50 anos de idade, Luiza diz estar em seu melhor momento. Tudo o que ela tem hoje não é por acaso: é fruto de trabalho e cuidados que ela tomou pela vida toda.

Estevemos com Luiza Brunet durante o Navio da Beleza, cruzeiro organizado pela Avon pela costa de São Paulo e Rio de Janeiro. O ápice do evento foi a festa de lançamento do novo perfume de Luiza, “Radiance”, no Iate Clube de Búzios. De nosso bate-papo tiramos cinco lições de beleza preciosas, para quem quer ser sempre linda, como ela. Tome nota!
Não dê bola para os modismos “A moda não é democrática. Você tem que incorporar para você o que tem de melhor para você ficar mais bonita, para você ficar mais graciosa, mais charmosa. Você tem que ser inteligente, captar o que funciona para você, mas não usar só porque está na moda. ‘Ah, agora está na moda peito grande, vamos botar!’ Não pode ser assim. Eu diminui minhas próteses de silicone. Acho que a prótese grande, quando você é jovem, é bonita. Conforme a idade vai chegando o ideal é ter uma coisa mais discreta, para não ter volume demais na roupa, fica mais elegante. Acho que tem de fazer exercício mas não demais, para não ficar muito coxuda. Acho que conforme você vai envelhecendo, tem que ter um refinamento de um modo geral”.
Se você está mais cheinha e acha que está tudo bem, use seu biquíni de lacinho à vontade, curta a vida e a praia!
Aprenda com sua mãe, ensine à sua filha “Minha mãe sempre foi uma mulher vaidosa, mas muito simples também. Ela sempre passava no máximo um batom, sempre teve uma sobrancelha muito delineada, muito benfeita, ela tinha uma cara assim quase de Elizabeth Taylor, aquela sobrancelha grossa e um batom colorido. E era muito perfumada. Sempre via minha mãe passando um creminho, passando perfumes, sempre cheirosa. Acho que com isso veio essa coisa de cuidados pessoais, de querer estar cheirosa e feminina. E com a Yasmin (Brunet) é a mesma coisa. Desde que ela era pequenininha eu tenho muitos produtos de beleza, eu gosto, e ela repete o mesmo modelo. Acho que é isso, passa de avó para mãe, de mãe para filha, você é o que você vê em casa, é dando o exemplo que você consegue passar as boas coisas”.
Você em primeiro lugar “Acho que é muito importante a mulher estar bonita e cheirosa, principalmente para ela mesma. E depois vem o resto: namorado, marido, os filhos, o trabalho. Mas o que importa é ela acordar, passar um batom e se achar bonita. Não importa o estilo que ela tem, ela tem que se sentir bem com ela mesma, confortável com ela mesma. Isso eu aprendi realmente com a minha mãe, morando no interior do Mato Grosso do Sul. Não tínhamos muitas possibilidades, mas eu via esse cuidado que ela tinha, esse carinho que ela tinha por ela mesma. Ela tinha um espelhinho pequenininho assim na parede, e estava sempre se arrumando.
Minha rotina de beleza é o meu momento de intimidade. Eu gosto de estar cheirosa, gosto de sentir que estou hidratada, gosto de hidratar os lábios, gosto de passar creme nas mãos, antes de dormir hidrato os pés, é um ritual... Como eu corro demais, estou sempre recebendo gente, esse é o meu momento de relax. Eu adoro cuidar de mim.”
Eu acho que a mulher é multifacetada e consegue fazer um monte de coisas, se ela quiser. A gente tem esse poder.
Cuide da beleza, mas não descuide de todo o resto “Muitas mulheres perderam um pouco da noção do que é exercício físico, o que é o excesso de cirurgia plástica, o excesso de botox, e só se preocupam com a parte estética. Se preocupar com a estética é muito legal, significa que você gosta de você, e hoje em dia a tecnologia está a favor das pessoas, mas tem que prestar atenção para não ficar deformada. As pessoas vivem muito em função do corpo. Eu acho que você tem que saber dividir o seu tempo de uma maneira inteligente, para você poder ver um bom filme, ler um livro, ir ao teatro, jantar com seu filho, fazer um jantar na sua casa, ir à feira comprar um peixe pra fazer para sua família, para você trabalhar, enfim, eu acho que a mulher é multifacetada e consegue fazer um monte de coisas, se ela quiser. A gente tem esse poder”.
Fuja da ditadura da magreza e curta a vida “Os padrões de beleza estão fora do normal. Eu fico muito preocupada. As meninas sonham em ser modelo, e acreditam que ficando magra, magra, magra, vão ter sucesso. E não é por aí. Você não conquista o sucesso através da magreza. E com essa informação errada as meninas ficam doentes, ficam com anorexia, bulimia, e se frustram: ‘ah, estou magra, mas não consigo trabalhar!’ Eu espero que um dia a gente chegue a um meio-termo, que o padrão de beleza não seja tão agressivo, para a gente não ter de sofrer tanto achando que está fora do padrão, porque não está.
Eu uso biquíni, acho que para a minha idade eu estou muito bem. Acho que a gente tem que reconhecer nosso corpo em todas as idades que a gente tem. Então com 20 anos você tem um corpo com um tônus bom, você pode usar um biquíni menorzinho, pode ousar um pouco mais. Mas conforme vão passando os anos você pode aumentar o tamanho do biquíni, para ficar mais confortável e se sentir mais segura. E você tem que gostar do corpo que você está. Se você está mais cheinha e acha que está tudo bem, está com a autoestima lá em cima, use seu biquíni de lacinho à vontade e se cuida, e curta a vida e a praia!”
Fonte: IG

Salto alto pode ser usado, mas com moderação


Salto alto é praticamente uniforme da mulher brasileira. Dos mais diversos tamanhos, características e formatos eles completam o look diário das mais diversas profissões.
Os sapatos sem dúvida alguma são bonitos, tornam a mulher elegante, mas ao mesmo tempo são perigosos à saúde se não usados com moderação.

O uso excessivo de saltos muito altos podem encurtar os músculos e tendões, afetando os joelhos, tornozelos e prejudicando a coluna. “Outro fator desagradável é o aparecimento das varizes, pois os saltos contraem a panturrilha, prejudicando a circulação sanguínea”, explica o Cirurgião Vascular do Angiocentro de Curitiba, Cristiano Schmitt.

"Se é inevitável deixar de utilizar saltos no dia-a-dia ou moderar seu uso, uma dica importante é realizar exercícios físicos por pelo menos três horas na semana, visando alongar e fortalecer as panturrilhas”, explica.

Para o uso de saltos alguns detalhes que devem ser respeitados. Saltos altíssimos mudam muito a contração muscular, piorando a circulação. E se os saltos forem usados diariamente, os músculos da panturrilha encurtam demais, prejudicando também a circulação. Então, pode usar salto, mas não todo dia e o dia inteiro.

"Deixe os mais altos para as festas e, durante a semana, alterne sapatilhas com saltos de até 5 centímetros. E, estando de salto, de vez em quando, tire-o do pé, movimente as pernas, alongue os músculos”, ensina Schmitt. “Usar salto alto é uma questão de saber dosar seu uso e escolher o sapato correto”, avalia o médico.

Mas se já tiver vasinhos, o único jeito é mesmo fazer as aplicações ou até mesmo cirurgias. Para o médico Cristiano Schmitt as cirurgias mudaram muito, os tratamentos atuais são mais rápidos e fáceis.

“Realizamos cirurgias a laser com EVLT, reduzindo as incisões, pois na maioria das vezes a cirurgia é realizada sem necessidade de sutura, apenas utilizando punções, com isso a recuperação completa é rápida com a possibilidade de realização de exercícios em uma semana e retornando as atividades diárias no quarto dia após o procedimento”, explica.

“O tratamento para varizes não é mais um trauma para as mulheres”, finaliza.

Fonte: EXAME

23/03/2013

Refrigerantes estão ligados a 180.000 mortes por ano


Pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, concluíram que o consumo de refrigerantes e outras bebidas industrializadas que contêm adição de açúcar está ligado a 180.000 mortes no mundo em 2010, sendo que a maior parte desses óbitos aconteceu em países de baixa ou média renda. Esses achados foram apresentados nesta terça-feira em Nova Orleans, durante um encontro da Associação Americana do Coração.

Segundo Gitanjali Singh, coordenadora do estudo que levou a essas conclusões, esses dados são surpreendentes, já que “muitas vezes nós associamos o problema do consumo exagerado de refrigerantes somente a países mais ricos”, disse. Para ela, sua pesquisa reforça a necessidade de políticas públicas que busquem reduzir o consumo de bebidas industrializadas açucaradas.

Justiça - Em Nova York, por exemplo, foi aprovada uma medida que proibiria a venda de bebidas como refrigerantes, chás e energéticos em embalagens acima de 470 mililitros em lojas, bares, cinemas e casas de shows. Porém, antes de entrar em vigor, a decisão foi derrubada por um juiz da Suprema Corte, que considerou a lei arbitrária, já que a proibição valeria apenas para algumas bebidas.

Durante a apresentação de seu estudo, Singh afirmou, porém, que o fato de milhares de mortes estarem associadas ao consumo de bebidas industrializadas açucaradas não significa que os produtos provoquem diretamente esses óbitos. O que existe é uma relação entre o hábito e uma maior prevalência de mortes causadas por doenças como as cardíacas, o diabetes e alguns tipos de câncer. Ou seja, o consumo desses produtos pode vir junto com outros fatores que elevam o risco desses problemas. Mesmo assim, Singh acredita que é possível estimar o número de mortes ligadas às bebidas.

A pesquisa da Harvard levou em consideração levantamentos nutricionais feitos ao redor do mundo e também as características de consumo de refrigerantes e outras bebidas açucaradas em vários países. Os autores concluíram que, em 2010, 180.000 mortes no mundo são atribuíveis ao consumo dessas bebidas, sendo que 130.000 foram causadas pelo diabetes, 45.000 por doenças cardíacas e 4.600 por diferentes tipos de câncer.

Outro lado — Em nota, a Associação Americana de Bebidas (ABA, sigla em inglês) considerou que o estudo "é mais sensacionalista do que científico". "De maneira alguma a pesquisa mostra que consumir bebidas açucaradas provoca doenças como as cardiovasculares, diabetes ou câncer, que foram as verdadeiras causas das mortes dos participantes do estudo. Os pesquisadores deram um grande salto quando eles fizeram, de forma errada e ilógica, esse cálculo."
Fonte: VEJA

22/03/2013

Acerte na escolha da roupa para não passar frio nem calor no outono


Ventinho gelado ao sair de casa de manhã, sol forte na hora do almoço e temperaturas bem mais baixas à noite. Durante o outono, é comum enfrentarmos todas essas oscilações de temperatura ao longo do dia, e é difícil acertar o que vestir sem congelar ou derreter. Difícil, mas não impossível: segundo os especialistas, o segredo é investir em peças versáteis.

"O ideal é escolher peças que esquentam quando faz frio, mas que também não serão difíceis de carregar se esquentar", explica a personal stylist Cristina Zanetti, da Oficina de Estilo. Lenços, por exemplo, protegem o pescoço quando há vento frio e, sob o sol forte, podem ser amarrados na bolsa ou no cabelo. "Tecidos naturais como a lã fria também são excelentes pedidas", recomenda.

Os sapatos que foram hit na estação passada continuam com tudo, como o oxford, o creeper, o slipper e as sapatilhas. Algumas peças do guarda-roupa de verão também podem ser aproveitadas. "Vestidos florais combinam com jaqueta jeans e regatas de seda vão bem com cardigãs de lã e jaquetas de couro", sugere a consultora de imagem Adriana Branco. 


Efeito cebola
De acordo com as especialistas, ainda é cedo para tirar do armário paletós, casacos e trench coats pesadões. Em vez disso, a sugestão é apostar em peças de tecido fino, que são fáceis de levar na bolsa e podem ser usadas embaixo de outras mais pesadas, sem aumentar demais o volume do corpo. É o famoso efeito cebola, que prioriza cardigãs de tricô, cashmeres e camisetas de manga longa ou três quartos. Nos dias mais gelados, a meia calça e as blusas tipo segunda pele entram em cena por baixo de saias, calças, shorts, casaquinhos e tricôs.

Mas, cuidado! De acordo com Cristina, é preciso selecionar com cuidado todo o look, contando, inclusive, com a possibilidade de esfriar ou esquentar mais do que o previsto no decorrer do dia. "Quem coloca uma camiseta detonada embaixo de tudo, achando que não terá que mostrá-la pode ser surpreendido por um calorão repentino", alerta.

Atenção à combinação
A falta de harmonia entre as peças de uma sobreposição pode comprometer o visual. "O que acontece muito é escolhermos uma produção linda de calça e blusa e, na última hora, pegarmos um casaco que não combina com nada para usar mais à noite", revela Cristina. 

Para acertar nas cores, escolha roupas mais neutras e destaque apenas um tom mais vivo seja na roupa, no sapato ou nos acessórios. "O outono pede uma paleta mais sóbria com preto, vinho, cinza, branco ou offwhite e marrom. Mas o verde esmeralda, o rosa coral e o laranja ferrugem vão chegar com muita força na estação e trazem alegria para os dias mais cinzentos", afirma Adriana. Se a ideia é fazer uma produção mais chamativa, uma boa dica é coordenar estampas com peças lisas coloridas e que combinem entre si. "Outra opção é mesclar cores da mesma família, por exemplo, azul com roxo ou lilás", arremata.

Dica 1: O lenço é a peça versátil do outono; protege o pescoço do vento frio, mas também pode ser amarrado na bolsa ou no cabelo quando a temperatura subir



Dica 2: A legging de couro sintético, quando combinada com a jaqueta social e o scarpin, rende um look interessante para o trabalho

Dica 3: Peças com bordados e aplicações têm tudo a ver com a estação, só é preciso cuidado para não pesar nos acessórios

Dica 4: O militarismo está em alta no outono e pode ser combinado com peças neutras e sóbrias. Para quem não gosta do camuflado, vale o verde militar

Dica 5: Para não errar, a dica é combinar estampas geométricas com peças lisas. A meia calça é um coringa no visual de outono

Dica 6: Casacos estampados são a peça principal do look e devem ser coordenados com outras mais básicas

Dica 7:  Calça de tecido leve e cardigã de tricô formam a dupla perfeita para os dias de temperatura amena
Fonte: UOL

21/03/2013

É possível conseguir uma barriga negativa apenas malhando?


A agora famosa foto em que a modelo sul-africana Candice Swanepoel exibe sua barriga negativa provocou uma onda de reações na internet e o assunto já chegou às academias na forma de uma pergunta muito frequente: qualquer um pode obter esse resultado com um programa de treinos e alimentação controlada?

A resposta é um sonoro não! Nem todas as mulheres possuem a constituição física e o histórico adequado para um abdome extremamente magro. E, ainda que tenham, é preciso alertar que, talvez, a chamada barriga negativa não seja exatamente saudável, já que implica em perda de massa magra.

Para quem não acompanhou a controvérsia desde o início, vale explicar: a barriga negativa é formada por um abdome tão magro que deixa os ossos do quadril mais evidentes. Ao lado, reproduzo a foto publicada pela modelo sul-africana.

Por que nem todos podem conseguir esse efeito? Alguns indivíduos apresentam maior predisposição ao acúmulo de gordura no abdome, inclusive com aumento da adiposidade visceral. Diversos estudos1 apontam que parte dessa predisposição vem da infância. Crianças mais magras tendem a apresentar menor percentual de gordura na fase adulta e vice-versa.

Um estudo recente2 demonstrou que há de fato relação inversa entre a condição física e a quantidade de gordura abdominal e visceral. Ou seja, quanto melhor a forma física de um indivíduo, menor é o acúmulo de gordura na região. Os percentuais de redução de gordura abdominal entre homens e mulheres submetidos a um programa de atividade física, porém, variaram de 3% a 7%. Um número bom, mas insuficiente para a tal barriga negativa. Não existem garantias, portanto, de que séries de treinos possam proporcionar o tal efeito.

Os treinos são muito eficientes para criar os chamados “tanquinhos”, aqueles gominhos que se formam em abdomes esculpidos com musculação e alimentação balanceada. O tanquinho é resultado de ganho de massa muscular e redução da gordura corporal. Já a barriga negativa depende em grande medida da constituição física longilínea da pessoa e de um histórico de infância magra.

Fontes:
1- Adriana Andrade Noia de Miranda, Francisco Navarro. Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, São Paulo v.2, n.10, p.313-323, Jul/Ago. 2008.
2- Ian Janssen, Peter T. Katzmarzyk, Robert Ross, Arthur S. Leon, James S. Skinner, D.C. Rao, Jack H. Wilmore, Tuomo Rankinen, Claude Bouchard. Fitness Alters the Associations of BMI and Waist Circumference with Total and Abdominal Fat.
Por Renato Dutra/VEJA

Tendência é apostar em batons com cores fortes como cereja e vinho


Batons com cores fortes foram destaque na semana de moda de Nova York e a tendência promete com tudo ao Brasil, especialmente no outono e no inverno. O maquiador Rodrigo Salles, do Galeria Cabeleireiros, em São Paulo, diz que vale usar tanto as cores mais abertas, quanto mais fechadas. “Tons de vinhos, cerejas, vermelhos, marrons avermelhados, terracotas, laranjas e marrons são cores que combinam muito com o inverno brasileiro”, afirma.

Para usar essas tonalidades, deixando a boca mais forte, ele diz que os olhos e a pele podem ter destaque também, caso seja uma maquiagem noturna. Mas para usar durante o dia, é melhor diminuir a intensidade dos olhos e da pele. “Um batom muito escuro normalmente fica melhor numa maquiagem para a noite, mas dependendo do tom de pele da mulher, pode ser usado durante o dia também”, explica.

Para mulheres de pele branca e cabelo escuro, ele sugere tons de vermelho, cereja, framboesa e violeta. Peles brancas e cabelos claros, ficam bem de framboesa, violeta e terracota. Para mulheres de mele morena e cabelos escuros a dica são os vermelhos, terracotas, violetas e marrons. E para negras, vermelho, violeta, marrom escuro e preto.

Ele ensina também algumas dicas para que o batom dure mais tempo nos lábios. “Esfolie os lábios a cada 15 dias e mantenha-os hidratados diariamente. Na hora de aplicar o batom, hidrate novamente. Aplique uma camada de batom, misture, retire o excesso, aplique uma leve camada de pó facial translúcido e opaco, e reaplique o batom. A boca tem que ficar da cor do bastão”, ensina.
Fonte: Bolsa de Mulher

20/03/2013

11 dicas para dinheiro render


Ainda comemorado o passado dia 15 de março, o Dia Mundial do Consumidor foi criado para lembrar e proteger os direitos do consumidor. Alguns dos maiores desafios do comprador são organizar corretamente o orçamento, resistir à tentação de descontos e liquidações e não se afogar em parcelamentos. Para ajudar a evitar estes problemas e comemorar a data, consultamos o Finanças Práticas, programa de educação financeira da Visa, para obter algumas dicas que irão proteger o seu bolso e auxiliar na comprar consciente.

1.       Você “quer” ou “precisa”?
Antes de comprar algo, procure refletir se aquilo realmente é essencial para você naquele momento ou se é um mero capricho. Pergunte-se: é mesmo necessário ter três pares de sapatos pretos? Evite também entrar em lojas que ofereçam itens supérfluos e que não são sua prioridade no momento. Na internet, a tentação pode ser ainda maior, por isso evite comprar com pressa.
2.       Reutilize produtos
Não caia na tentação de comprar algo que você já tem em casa. É importante que os produtos sejam usados até o final: se você deseja experimentar um novo shampoo, termine o que está aberto em casa antes de comprar o novo.
3.       Faça listas
Essa dica é boa para evitar compulsão na hora das compras, que é inimiga do consumo responsável. Ao fazer compras no supermercado, atenha-se à lista e procure não levar produtos que não queria originalmente, mas que lhe pareceram apetitosos no momento.
4.       Pesquise preços
Vale fazer uma cotação através da internet e visitar virtualmente algumas lojas para conhecer melhor o produto antes de fazer a compra. Lembre-se de nunca ter pressa.
5.       Compare produtos
Observe as características e finalidade de cada produto. Leia os rótulos com atenção e dê preferência aos que possuem selos de certificação. Certifique-se de estar fazendo a melhor escolha.
6.       Não compre produtos piratas
Procure comprar sempre de comércios legalizados, evite produtos falsos ou contrabandeados. Assim, se encontrar algum problema de fabricação, terá garantia de troca.
7.       Fique atento à forma de parcelamento
Aprenda a negociar e exerça seus direitos de consumidor. Sempre busque pelas melhores condições de compra e fique atento às reais condições de pagamento. Não hesite em fazer contas.
8.       Use o crédito com responsabilidade
Se decidir usar uma linha de crédito, verifique se ela corresponde às suas necessidades e se é compatível com as suas condições. Avalie os prós e contras e utilize-a com responsabilidade.
9.       Exija a nota fiscal
Independente da forma de pagamento – seja dinheiro, cheque, cartão de débito ou de crédito –, peça sempre pela nota fiscal. Dessa forma, você garante seus direitos de consumidor em relação àquela mercadoria e contribui para a sociedade.
10.   Conheça seus direitos
É fundamental que o consumidor se informe sobre seus direitos antes de qualquer reivindicação. Isso serve para que ele certifique-se de ter cumprido corretamente suas obrigações e para que esteja ciente do que lhe é devido. Procure conhecer a política de troca de mercadorias de lojas físicas e virtuais e verifique se estão de acordo com as regras do Código de Defesa do Consumidor.
11.   Converse com a família
Discuta com seus familiares a importância de comprar esta ou aquela mercadoria, estabeleça metas em conjunto e monte um orçamento baseado na necessidade e aprovação de todos. Levante a bandeira do consumo responsável em casa e ensine as lições para as crianças através do exemplo.
Fonte: Bolsa de Mulher


19/03/2013

Erros comuns na malhação masculina



Novidades para conquistar o tão desejado corpo não é mais exclusividade feminina. Os homens também são bombardeados com informações sobre alimentação e malhação. E segundo Michael Matthews, especialista em educação física, a maioria é ineficiente para atingir os objetivos desejados. Ele é autor do livro Malhar, Secar, Definir - A Ciência da Musculação (Editora Princípio), que trata de exercícios que realmente funcionam e dietas específicas para cada objetivo (secar, definir ou aumentar músculos). Matthews é personal trainer, autor de sete livros e neste último enumera alguns erros comuns cometidos pelos malhadores na tentativa de ganhar músculos e perder gordura. Confira.

Ficar duas horas na academia
Excesso de repetições pode, de fato, provocar uma overdose no treinamento, o que não só o priva do crescimento muscular almejado e faz você se sentir esgotado e letárgico como ainda pode efetivamente provocar perda de massa muscular. Sim, é isso mesmo: duas horas de um treino intenso levantando peso pode realmente fazer você encolher e ficar mais fraco. Em termos simples, fazendo isso você está rompendo fibras musculares numa intensidade muito maior do que seu corpo tem condições de recuperar num nível ideal.

Achar que é preciso sentir dor
A sensação de músculo “queimando” e repetições intermináveis não são o melhor caminho para aumentar a massa muscular. Quando o músculo dá a sensação de estar queimando, o que você está sentindo é, na realidade, um acúmulo de ácido lático nas fibras musculares, que aumentará conforme você contrai os músculos repetidamente. O ácido lático de fato desencadeia o que se conhece como “cascata anabólica”, um verdadeiro coquetel de hormônios indutores de crescimento, mas quando o nível do ácido lático sobe demais as pesquisas têm comprovado que ele efetivamente detém o crescimento e causa rupturas no tecido muscular.

Usar apenas as máquinas
Esses aparelhos simplesmente não estimulam os músculos do mesmo modo que os pesos livres (objetos como halteres, barras com anilhas e polias ajustáveis). Mais especificamente, os exercícios de maior eficácia para aumentar a musculatura são os chamados exercícios compostos, que recebem esse nome porque envolvem o uso de múltiplos grupos musculares. Entre os exercícios compostos temos o agachamento, o levantamento do peso desde o chão e o levantamento do peso na posição deitada. O oposto do exercício composto é o exercício isolado, que envolve somente um grupo muscular. Entre os exemplos desse tipo de exercício temos os cabos de tração, a flexão de braços com halteres e a extensão de pernas.

Os homens que cometem o erro de fazer exercícios ineficazes geralmente acreditam em outro mito, o de que é preciso mudar constantemente as sequências de treinamento para ter ganhos. Isso é um absurdo completo, mascateado por quem tem noções muito precárias do trabalho físico. Você faz academia para ficar maior e mais forte, e isso pede apenas três coisas simples: levantar pesos progressivamente maiores, comer corretamente e proporcionar descanso suficiente ao seu corpo.

Se comportar como bebê chorão
Malhar do jeito certo é um pouco contrário ao nosso instinto. É uma atividade intensa e desconfortável. Às vezes, você simplesmente não quer fazer aquele último exercício e se arrepia só de lembrar que ainda tem mais uma série de agachamentos. Músculos doloridos podem ser uma fonte de aborrecimento e às vezes as articulações e os tendões doem mesmo. No entanto, todas essas coisas são somente uma parte do jogo e, se você se forçar a perseverar e decidir que seu corpo irá atingir as metas que você se estipulou, então terá grandes ganhos e ponto final.

Alimentar-se de maneira errada
Como é provável que você já tenha ouvido falar, para crescer fora da academia é preciso descanso suficiente e uma nutrição adequada. Muitos homens fazem essas duas coisas do jeito errado: exageram nos treinos e não comem calorias suficientes (ou comem demais), não ingerem proteínas suficientes (ou ingerem demais), comem maus carboidratos e gorduras, e não organizam nem os horários e nem as doses corretas das refeições. Se não comer calorias suficientes e não ingerir proteínas, carboidratos e gorduras ao longo do dia, você simplesmente não cresce. Não importa quanto você se empenhe nos levantamentos de peso; se não comer o suficiente, não ganhará músculos como almeja. Por outro lado, se comer calorias em excesso, além de muitos carboidratos e gorduras ruins, e não souber como dimensionar suas refeições adequadamente, pode até aumentar a massa muscular, mas ficará escondido debaixo de uma feia e desnecessária manta de gordura.

É desnecessário contar calorias
Essa atitude é quase tão lógica quanto dizer que quer atravessar o país de carro, mas não quer ser obrigado a prestar atenção no tanque de combustível. Para perder gordura, você tem de fazer o corpo queimar mais energia do que ganha através da alimentação, e a energia potencial da comida é medida em calorias. Se ingerir muitas calorias, acumulando mais energia do que precisa, o corpo não terá incentivo para queimar gordura. Quando há um intervalo de meia hora para almoçar e você corre até o restaurante mais próximo, não quer ficar analisando o cardápio e contando calorias. Você só quer pedir alguma coisa com cara saudável e torcer para que tudo dê certo. Porém, às vezes, essa rápida refeição “saudável” pode ter centenas de calorias a mais do que deveria ingerir. Se repetir essa escolha no jantar, estará perdendo completamente o trabalho do dia inteiro para perder peso.

Quanto mais exercício aeróbico maior a perda de peso
“Todos os dias eu vejo pessoas gordas usando máquinas de exercícios aeróbicos. E semana após semana essas pessoas continuam mais gordas que nunca. Elas estão sob a influência da impressão errônea de que realizando preguiçosamente os movimentos de uma máquina elíptica ou de uma bicicleta ergométrica irão conseguir, como num passe de mágica, acionar no corpo o botão da perda instantânea de gordura. Bom, não é assim que a coisa funciona", escreveu o autor. Com a atividade aeróbica é necessário prestar atenção à alimentação. Vamos dizer que você esteja tentando perder peso e que, sem saber, esteja comendo 600 calorias a mais do que seu corpo queima durante o dia. Toda noite você corre, e isso queima mais ou menos 300 calorias. Porém, ainda tem outras 300 de excesso, e o pequeno aumento em sua taxa metabólica decorrente da atividade aeróbica não será suficiente para queimar o excedente da gordura acumulada. Você pode continuar fazendo isso mesmo durante anos e nunca emagrecer. Aliás, é provável que inclusive você aumente de peso aos poucos.

Seguir a última moda
A impressão é que uma novidade no ramo pipoca a cada um ou dois meses. O resultado é que muitas pessoas trocam de dieta o tempo todo, deixando de conseguir os resultados desejados. Além disso, aceitam coisas bastante idiotas simplesmente porque não entendem a fisiologia do metabolismo e da perda de gordura. Regras são regras e não há nome estiloso nem suplemento de óleo de víbora que possa servir para se livrar delas.

Trabalhar com pesos leves e muitas repetições tonifica a musculatura
Esse mito funciona mais ou menos assim: se você quer ficar com aquela aparência magra e tonificada, deve fazer muitas repetições com peso leve. Nada pode estar mais errado. Para falar a verdade, não consigo imaginar um motivo pelo qual alguém iria querer se dedicar a um programa de exercícios com pesos leves e muitas repetições. Embora seja interminável o debate em torno do melhor volume de repetições para obter a hipertrofia (ou seja, o aumento muscular), muitas pesquisas concordam que fazer mais de 15 repetições resulta em pouca ou nenhuma melhora em termos de força muscular ou de tamanho, tendo em vista a sobrecarga ser insuficiente.

Ter um corpo enxuto é uma questão de ter pouca gordura. Só isso. Aumentar a massa muscular é uma questão de sobrecarregar os músculos e deixar que se recuperem. Só isso. Pesos leves não sobrecarregam os músculos, apesar de todas as repetições que você fizer (lembre‐se: fadiga não promove o aumento da musculatura). Sem sobrecarga não há crescimento dos músculos. Já pesos maiores de fato sobrecarregam os músculos e forçam sua adaptação. A sobrecarga ideal e a nutrição adequada, mais o repouso suficiente significam aumento rápido e perceptível da massa muscular.

Alguns exercícios garantem redução localizada
Quantos homens você já viu fazendo abdominais para ficar com “barriga‐tanquinho”? Quantas mulheres tentam trabalhar precisamente nádegas e coxas “para queimar aquelas gordurinhas”? Bom, não é assim que a coisa funciona. Você não pode reduzir a gordura em nenhuma parte específica do seu corpo usando exercícios isolados para ela. Você pode reduzir a gordura comendo adequadamente, e seu corpo decidirá como ela será eliminada (ou seja, quais áreas ficarão magras primeiro e quais serão as teimosas).Todo corpo tem sua própria programação genética e não há nada que se possa fazer para mudar isso. Todos temos nossas “zonas gordas”, que nos aborrecem o tempo inteiro e, no entanto, não há o que fazer com a genética. Todavia, fique tranquilo, pois você pode perder toda a gordura espalhada pelo corpo que quiser e pode ficar tão enxuto quanto desejar. Apenas terá de ser um pouco paciente e deixar que seu corpo vá enxugando do jeito que foi programado geneticamente.
Fonte: Terra/Vida e estilo

Aprenda a tratar e disfarçar as olheiras



Engana-se quem pensa que as olheiras são apenas causadas por noites mal dormidas. Fatores hereditários, envelhecimento, estresse, má circulação sanguínea e até o período pré-menstrual podem contribuir para o aparecimento das vilãs da beleza.

Cada tipo de pele e cada tipo de olheira têm um tratamento mais indicado, e quem pode avaliar e indicar o método ideal é um médico. Mas embora não exista tratamento universal, que sirva para todas as pessoas, alguns cuidados beneficiam a todos. E, enquanto as olheiras não somem de vez, o caminho é disfarçar com maquiagem. Falamos com especialistas, anote as dicas para eliminar as olheiras de seu rosto.

Em casa
Certos cuidados com a pele não custam muito e fazem diferença na aparência das olheiras. Truque dos tempos da vovó, a compressa gelada nos olhos é eficaz. “Faça um chá de camomila e coloque na geladeira. Molhe o algodão com a solução e coloque nos olhos. Deixe agir por 10 minutos. Recomendo fazer esse processo todos os dias de manhã”, ensina a dermatologista Marcela Studart.

Usar filtro solar e óculos escuros diariamente só faz bem quando o assunto é olheira. A ação do sol faz diminuir a produção de colágeno, e, como a pele desta região é muito fina, o arroxeado aparece mais sob a pele fragilizada. O filtro solar e os óculos escuros previnem o envelhecimento, então não abra mão deles!

Os cosméticos que podem ser comprados em farmácias também ajudam a melhorar a aparência da pele. “Os cosméticos em embalagem roll on podem ser aplicados várias vezes ao dia. Eles ajudam a drenar os líquidos acumulados na região, que causam inchaço, e reduzem a cor escura das olheiras”, diz a dermatologista Regina Schechtman.

Procure na fórmula dos cremes as vitaminas K e C, responsáveis por atenuar a pigmentação ao redor dos olhos. A dermatologista Thais Pepe também recomenda o consumo de alimentos ricos em vitamina K e ômega 3. “Alface, espinafre, frutas cítricas, sementes como nozes e grãos e quinoa colaboram para a redução das olheiras”, indica.

Tratamentos estéticos 
Marcela indica o tratamento com luz pulsada, que age nas regiões escurecidas pelo acúmulo de melanina. “Colocamos o protetor intraocular e passamos o aparelho em cima da área escura. Após, mais ou menos quatro sessões, dependendo da pessoa, esse pigmento vai clareando”, explica.

Mas ela alerta que pessoas com pele muito bronzeada, mulheres grávidas e quem tem melasma não devem investir nesse tipo de tratamento.

Regina explica que unir o peeling de cristal com máscaras clareadoras também ébem eficaz. Após o procedimento, é comum a região ficar avermelhada e um pouco inchada, por isso, o recomendado é não se expor ao sol e aplicar hidratantes que o médico indicará para a proteção da pele. É um procedimento não invasivo, indolor e não necessita da aplicação de nenhuma anestesia.

Disfarce com maquiagem 
Para quem precisa de truques rápidos para camuflar as olheiras, a maquiagem é a melhor opção para conquistar pele perfeita em instantes. Nesse caso, investir em primers e preparar a pele com produtos com boa cobertura é essencial.

Reijane Alves, maquiadora do salão Marcos Proença, em São Paulo, explica que os corretivos coloridos são uma boa solução. “Esses corretivos neutralizam as olheiras, garantem uma textura uniforme e disfarçam melhor essas imperfeições”, comenta.

Reijane explica que o corretivo amarelo disfarça as olheiras arroxeadas. O verde, as manchinhas vermelhas e espinhas. O coral, para quem tem olheiras avermelhadas. “O ideal é passar uma pequena quantidade na região que se pretende cobrir e depois, passar a base na cor da pele da pessoa”.

Thiago Alencar, maquiador da Archy Make Up, explica que a escolha dos produtos para a cobertura deve ser feita com cuidado. “Os produtos mais líquidos são indicados principalmente para quem tem olheiras menos acentuadas e também para peles maduras, onde a intenção é não evidenciar as linhas de expressão. Já os cremosos ou em bastão tendem a fazer uma cobertura mais eficaz, e são indicados para olheiras mais profundas e acentuadas. Devem ser usados com parcimônia e sempre complementados com base e pó”.

Fonte: IG

15/03/2013

Internautas criam site para recomendar ex-namorados


Figurinha repetida não completa o álbum. Quem compactua deste lema, mas tem um ex gente fina que merece encontrar alguém pode entrar na mais nova brincadeira da rede: o site “Recomende um Ex”, criado nesta semana pelos publicitários Carla Cortegoso, de 26 anos, Caio Andrade, 25, e Lucas Ohara, 21. “Tive um ex muito legal, que deveria achar uma namorada bacana”, explica Carla, sobre a inspiração para o surgimento da ideia.

Em poucas horas no ar, a página repercutiu nas redes sociais. Até o fechamento desta reportagem, já contabilizava 250 posts com pequenos perfis que enaltecem as virtudes e até tiram um sarro de ex-parceiros bacanas. Até agora, a maioria das “campanhas” mescla humor, carinho e um “quê” de rancor. “Companheira pra qualquer coisa, linda e gente boa. Tem um pé muuuito pesado (eu sei bem), então não vacila para não toma um na bunda”, publicou um dos usuários sobre uma jovem paulista.

"Mudou de time, mas continua querido. Adora cachorros, é companheiro para todas as horas, cozinha muito bem e o melhor: é libriano!", outra usuária enumerou sobre um ex que se assumiu homossexual.

Para recomendar o ex basta mandar uma foto, uma breve descrição e o link do perfil da pessoa no Facebook.“A gente vê no perfil se o “recomendado” está em algum relacionamento. Caso não esteja, a recomendação é liberada”, explica Carla. “Retiramos apenas cinco recomendações do ar até agora”, completou ela. Foi o que aconteceu com a jornalista Larissa Marinho, de 24 anos, que apesar de pedir que sua recomendação fosse deletada, adorou ter sido bajulada por um antigo ficante. “Ele fez ótimas considerações ao meu respeito, mas o meu atual namorado não curtiria muito a ideia. Depois ele até viu, e percebeu que era coisa do passado. Mas achei melhor pedir para excluírem”, justificou.

Já a artista visual Silvia de Luca, de 26 anos, foi recomendada de brincadeira, por um amigo. “Achei divertidíssimo, eu também recomendaria alguém pela bagunça”, empolga-se. Seu perfil no “Recomende” até gerou novas amizades no Facebook, mas ninguém que a interessasse. “Por enquanto não aceitei ninguém, mas como estou solteira, vou ficar de olho.” Os fenômenos da internet surgem na rede como uma erupção. Com a mesma rapidez que aparecem, também são esquecidos. A vida curta de um tumblr, no entanto, não preocupa seus idealizadores. “É assim mesmo, e não importa. Já estamos pensando em uma nova ideia.”
Fonte: IG

14/03/2013

Compra por impulso atinge 85% dos consumidores


A nutricionista Tamara Lazarini, de 34 anos, admite que sempre gostou de comprar – e muito. O desejo de gastar era tão grande que ela adquiria coisas que nem chegava a usar. “Quando vi, tinha uns 15 vestidos pretos. Também eram tantos perfumes que alguns venceram ainda fechados”, conta. O consumo impulsivo era tamanho que, em uma viagem, Tamara teve de comprar uma mala extra só para trazer um regador que achou bonito, mesmo sem ter um jardim para utilizá-lo.

Há muitas pessoas na mesma situação de Tamara. De acordo com uma pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) realizada em fevereiro, 85% dos consumidores admitem que compram sem qualquer planejamento. Entre os principais motivos apontados para gastar sem pensar estão a ansiedade (47%) e a insatisfação com a própria aparência (44%). Desta forma, quatro em cada dez entrevistados dizem ter consumido por impulso em momentos de baixa autoestima, tristeza ou angústia.

Foi assim também com Tamara, que passou a gastar ainda mais depois do fim do casamento, quando entrou em depressão. “Comprar era uma alegria momentânea, uma sensação de prazer enorme, parecia que ia resolver a minha vida. Mas logo depois, isso tudo passava. Era algo fora do controle”, assume ela – que, dois anos depois, com a ajuda de terapia, acupuntura e religiosidade – conseguiu controlar melhor as finanças.

Mas nem todos tomam consciência do problema. Muitos acham natural gastar além da conta e nem percebem que, além de não conseguir resolver os problemas emocionais, ainda por cima estão chegando à insolvência. “Na maior parte das vezes, o objeto não resolve as questões de autoestima ou de felicidade. Então, retorna-se às compras de outras coisas para preencher este vazio”, explica a filósofa Maria Helena Pires Martins, professora da Universidade de São Paulo e autora do livro “O Prazer das Compras – O Consumidor no Mundo Contemporâneo” (Editora Moderna, 2007).

O psicólogo Mário Ernesto René Schweriner, coordenador do Núcleo de Ciências do Consumo da ESPM, explica que comprar por impulso é apenas um dos mecanismos de compensação para suprir carências que nada têm a ver com o universo material. “Alguns vão para a igreja, outros se tornam workaholics, outros bebem, outros consomem”, explica.

Em seu consultório, a psicóloga Paula Schurt, especialista em terapia financeira, detectou também que a insegurança é outro fator bastante presente nas compras por impulso. “A pessoa tem medo de arriscar, de se expor. Precisa de algo externo para lhe dar esta sustentação. Então, ela compra uma roupa bonita para mostrar que é legal, que é confiante”, diz.

Classe social
A pesquisa do SPC também mostra que a ansiedade por um evento que se aproxima, como festas, jantares e viagens, é a razão mais decisiva para as compras por impulso entre os consumidores de classes A e B. Por outro lado, a baixa autoestima é o motivo mais citado entre os entrevistados das classes C e D. Problemas no trabalho, questões familiares, desilusões amorosas e até tensão pré-menstrual também foram mencionados como motivadores para abusar do cartão.

Segundo Schweriner, da ESPM, homens e mulheres tendem a assumir padrões de comportamento de compra diferentes para suprir as carências emocionais. Ele diz que as mulheres geralmente adquirem itens relacionados à aparência, como roupas, sapatos, maquiagem e serviços de cabeleireiro, por exemplo. Já os homens consomem mais eletroeletrônicos, artigos para carro e bebidas. “O impulso é uma condição da natureza humana, mas você pode controlá-lo. Se você pensa antes, não vai comprar 90% do que pensa que quer”, afirma o psicólogo.

A pesquisa do SPC entrevistou 646 consumidores em diversas capitais do País. A margem de erro é de 3,9%.

Confira a seguir 12 dicas para evitar as compras por impulso:

1. Conte até dez
Pode parecer estranho, mas contar mentalmente até dez – ou até 20, se precisar – significa acionar o aspecto racional e, assim, ajudar a controlar o impulso. É o que acontece quando contamos até dez antes de xingar alguém no trânsito, por exemplo. “Este processo exige treino, não tem outro jeito”, afirma o psicólogo Mário Ernesto René Schweriner, coordenador do Núcleo de Ciências do Consumo da ESPM.

2. Diferencie necessidade de desejo
Se o seu celular quebrou, o aparelho se torna um item necessário. Mas se você apenas quer trocá-lo por um modelo mais bonito, este se configura como um desejo. Portanto, avalie muito bem antes da compra. Talvez o item em questão possa esperar uma promoção ou mereça uma pesquisa mais detalhada de preços.

3. Não feche o negócio na hora
Olhe, experimente e... vá para casa. Depois, analise o negócio com calma, verifique se cabe no orçamento familiar e veja se vale mesmo a pena fazer aquela compra. “Uma dica é se perguntar: ‘é necessário? Vou usar bastante? Tenho onde guardar? Vale a pena o custo-benefício?’”, indica a professora Maria Helena Pires Martins.

4. Faça contas
Coloque o orçamento mensal no papel. “É importantíssimo saber o quanto a pessoa ‘custa’ por mês”, declara Paula Schurt, especialista em terapia financeira. Para facilitar, a profissional indica anotar todas as despesas e separá-las por categoria. Assim, por exemplo, a pessoa saberá que pode gastar R$ 100 por mês com roupas, por exemplo - e evita ter que desembolsar mais que o previsto.

5. Trace metas
Quando se tem um sonho ou uma meta, como a compra da casa própria ou uma viagem para o exterior, pode ficar mais fácil abrir mão do centésimo par de sapato em prol de um objetivo maior.

6. Anote e espere
Outra maneira de controlar a compra impulsiva é adotar o método do bloquinho. Se quer muito um determinado produto, anote em um caderninho o valor e a data e guarde em uma gaveta. Depois de um mês, veja as anotações e verifique se o objeto ainda é tão desejado assim. Provavelmente você terá até se esquecido dele.

7. Tome cuidado com os modelos familiares
Se seus pais sempre estiveram endividados, faziam financiamentos que nunca terminavam ou consideravam a utilização do limite do cheque especial como parte da renda, é bom rever seu modelo de planejamento financeiro. “Nestes casos, as chances de fazer igual é muito grande. É preciso identificar estes padrões e promover a mudança”, indica Paula Schurt.

8. Deixe cartões e cheques em casa
Se está difícil vencer a tentação, deixe cartões e talões de cheque em casa quando for a lugares onde certamente você irá gastar mais que o previsto. Com dinheiro vivo, fica mais claro visualizar o valor que se está pagando por determinado produto e, assim, pode-se pensar melhor sobre a compra.

9. Arrume seu guarda-roupa mais vezes
Pode parecer bobagem, mas, ao organizar seus pertences em casa, poderá ver que tem muito mais coisas do que se lembrava. Você irá refletir melhor antes de comprar mais um sapato preto, porque sabe que já tem cinco deles no armário.

10. Evite o shopping
Sempre que quiser sair para se distrair, fuja de shoppings e lugares que incentivem o consumo. Convide um amigo para passear em um parque, tomar um sorvete ou praticar exercícios. Além de ser mais saudável, evita rombos no orçamento.

11. Adote uma postura positiva
Ao detectar que não dá para sair comprando, tenha uma atitude positiva e não fique se lamentando. Ao invés de dizer ‘eu não posso comprar aquela blusa maravilhosa que vi no shopping’, diga ‘eu não quero comprá-la agora porque preciso organizar minhas contas’. “Se a pessoa percebeu que está endividada, ela tem de encarar esse freio nas compras e pensar que, depois de organizar as finanças, vai conseguir fazer mais investimentos e comprar muito mais”, explica Paula Schurt.

12. Procure ajuda
Se nada adiantou e as compras por impulso estão tomando proporções maiores, vale a pena buscar ajuda de um profissional. “Com a psicoterapia, a pessoa pode descobrir a raiz do problema e resolvê-lo. Se chegar a ser um vício, será tratado como qualquer outra adição”, comenta Maria Helena Pires Martins, autora de “O Prazer das Compras”.

13/03/2013

Cabelos cacheados bem cuidados tiram a atenção das rugas e rejuvenescem

Os cabelos cacheados estão em alta. Famosas como Débora Nascimento, Camila Pitanga e Sarah Jessica Parker são apenas alguns exemplos de mulheres que não abrem mão dos fios encaracolados. “A melhor coisa que a mulher brasileira pode fazer é assumir os cachos e viver livre, leve e solta. Os cachos rejuvenescem, tiram a atenção das rugas e dão um ar descontraído e feliz à mulher”, diz a hairstylist Viviane Siqueira, do Pierre Louis Coiffeur, no Rio de Janeiro.

Mas para abandonar de vez a chapinha e assumir os cabelos naturais, são necessários alguns cuidados, pois a estrutura do cabelo cacheado é mais frágil e os fios acabam embaraçando e quebrando com mais frequência.

A hairstylist e o cabeleireiro Kadu Cesário, do mesmo salão, ensinam algumas dicas para conseguir e manter belos cachos.

Use shampoo e condicionador adequados
O ideal é procurar um profissional para fazer um diagnóstico do fio do seu cabelo e orientar a respeito do melhor produto, que irá variar dependendo se o cabelo tem fios finos, grossos, tintura ou algum tipo de química. Basicamente procure produtos voltados para cabelos cacheados. E evite shampoos de reconstrução ou limpeza profunda, a não ser que seja exigido por algum outro motivo.

Não abra mão do leave in
Cabelos cacheados não vivem sem leave-in! Ele ajuda a controlar o frizz e o volume. A dica é aplicar sempre com os cabelos úmidos. Para quem quiser realçar os cachos, dê uma amassadinha nas pontas e deixe secar ao natural.

Mantenha um bom corte
O cabelo cacheado precisa de certo peso, portanto, deve ser cortado mais reto e com algumas levezas para dar o movimento. O repicado garante esse movimento, mas deve ser usado com moderação para não aumentar o volume ou deixar os fios rebeldes. A franja também suaviza o corte e ilumina o rosto.

Nunca penteie os cabelos secos
Prefira os pentes de dentes largos e de plástico, que deslizam melhor sobre os fios. Nunca penteie os cabelos secos, pois isso vai aumentar o volume e deixá-los mais rebeldes.

Hidrate sempre
A recomendação é uma hidratação quinzenal e, uma vez por mês, fazer um tratamento de reconstrução e nutrição. Em casa, você pode fazer uma boa máscara uma vez por semana, que ajuda a manter o resultado dos tratamentos feitos no salão. Escolha produtos com ativos que protegem contra o calor e a umidade, domando o frizz. O resultado são cabelos macios, disciplinados, com brilho duradouro e cachos definidos.

Use produtos específicos
Mousses e cremes modeladores dão o toque final aos cabelos cacheados, mantendo a definição dos cachos por mais tempo. O segredo é utilizar o equivalente a uma moeda de R$ 1, amassar as ponta dos cabelos e deixar secar ao natural ou utilizando um difusor.

Fonte: Bolsa de Mulher

Homens engordam mais de 10 quilos após nascimento do filho

Não são só as mães que lutam contra a balança depois de terem bebê. Um recente estudo britânico revelou que os homens também sofrem com o ganho de peso após tornarem-se papais, especialmente no nascimento do primeiro filho.

Dos dois mil pais que participaram da pesquisa, cerca de 60% estava acima do peso. Em média, eles engordaram 10,4 quilos após o nascimento do bebê. Falta de tempo para exercitar-se, consumo elevado de fast food e noites sem dormir são as principais razões que levaram os novos papais a ganharem quilinhos extras.

O estudo revelou ainda que a chegada do filho os deixou muito cansados. Cerca de 40% se disseram incapazes de ajudar nas tarefas domésticas porque estão sempre exaustos, 25% admitiram tirar cochilos no meio do dia e 20% confessaram ter pegado no sono enquanto liam para o filho.

Os pesquisadores alertam para o fato de a unidade familiar estar sendo prejudicada como resultado desse fenômeno. Segundo eles, muitos pais se disseram esgotados ou cansados demais para brincar com os filhos. Um em cada três ainda ressaltou que pressão financeira e receios em relação à estabilidade no emprego também contribuem para o modo de vida estressante do pai moderno.
Fonte: Bolsa de Mulher

11/03/2013

Idealizar demais pode acabar atrapalhando o relacionamento


O sonho de encontrar o príncipe sempre foi a grande idealização feminina, traduzindo o tipo de amor perfeito que as mulheres buscam encontrar em suas vidas, com todo o romantismo que somente esta pessoa especial pode oferecer. Mas isso existe mesmo ou não passa de um mito que despertou e ainda desperta nas mulheres muitas ilusões e fantasias a respeito dos homens e do amor? “Penso que o amor romântico existiu, existe e sempre existirá. Mas essa idealização que gera as fantasias e as ilusões é o que deve ser questionado. Acredito que as situações imaginadas sobre o amor romântico acabam sendo as causadoras da ideia de que ele não existe”, diz a especialista em comportamento feminino Ramy Arany.

Ela explica que é comum encontrar mulheres que, assim que conhecem um homem para se relacionarem, já começam a processar expectativas e a estabelecerem objetivos a serem vividos numa possível relação amorosa. “As mulheres sonham com comportamentos e situações românticas onde se veem sendo tratadas como a mulher ideal. Na realidade idealizam aquilo que elas pensam que deveria acontecer num relacionamento perfeito e transferem isso para a relação, projetando suas expectativas para o homem. Nesse momento pode ocorrer um choque de realidades e, caso não haja maturidade de ambas as partes, o relacionamento pode não se sustentar, gerando frustrações, decepções e desilusões”, afirma.

Na opinião da especialista, existe sim o amor romântico e também homens românticos que gostam de presentear, marcar encontros e jantares especiais, e de surpreenderem. Mas ela acredita que as mulheres de hoje já não pensam que o amor romântico é somente isto. “Penso que as mulheres de hoje querem sim encontrar homens que queiram viver um amor verdadeiro, um amor romântico, porém com o pé no chão, ou seja, estão preocupadas e centradas na vontade de construírem suas vidas junto de seus companheiros. Isso significa que o amor romântico de hoje é de responsabilidade dos dois e não somente do homem para com a mulher. Porém, ainda existem certos hábitos românticos que, ainda bem, não mudaram totalmente”, diz.

“Está nas nossas mãos vivermos este novo amor e não deixarmos que o mesmo desapareça por se acreditar que a mulher de hoje é aquela que não acredita mais no amor romântico. Nós mulheres somos românticas na nossa essência e ainda esperamos viver por muito tempo o amor romântico como realidade e não somente como uma história mítica que um dia nós ouvimos alguém contar”, finaliza.
Fonte: Bolsa de Mulher

Pensar demais antes de agir pode levar à estagnação


Estarmos sempre antenados, em busca constante por informações, é uma cobrança da vida moderna. Aparentemente, quanto mais conhecimento adquirimos, mais bem preparados estamos para enfrentar situações desafiadoras. Por outro lado, o excesso de considerações pode prejudicar o impulso humano fundamental: a ação.
"Raciocinar demais diante das situações é uma tentativa de dominar todas as possibilidades e efeitos das nossas decisões. Só que, com isto, diminui a nossa capacidade de ação e podemos ter dificuldade para encontrar soluções criativas", explica a psicóloga Elisa Villela, doutora em desenvolvimento humano pela USP. Assim, pensar menos pode permitir a descoberta de saídas mais inovadoras para os mesmos problemas, o que só é possível quando acessamos um conhecimento previamente adquirido, que alguns especialistas chamam de intuição.

Em linhas gerais, a reflexão pode e deve ser o primeiro passo para a tomada de atitude. No entanto, se ela começar a bloquear os movimentos e provocar estagnação, também pode sugerir uma insegurança sobre o próprio potencial, que precisa ser investigada com mais cuidado. "Algumas pessoas postergam decisões por acreditarem que o repertório de informações que possuem nunca é suficiente", alerta a doutora em psicologia clínica Maria Elisabeth Montagna, professora da PUC de São Paulo.

O ponto de equilíbrio
A solução, portanto, não é deixar de pensar antes de agir, mas, na medida do possível, conciliar impulsividade e raciocínio. "Em determinadas situações, é importante se dar ao direito de agir num ímpeto. Tomar decisões e assumir determinados comportamentos pode implicar em se permitir ser agressivo, mas não no sentido destrutivo. Estamos falando daquela agressividade vital que todos nós precisamos para delimitar nosso espaço no mundo", defende Elisa.

Para conseguir agir dessa maneira, a psicóloga explica que maturidade e um bom nível de autoconhecimento são essenciais. Com isso, é possível atender aos próprios desejos sem perder o contato com a realidade. "Em alguns casos, pode ser benéfico pensar um pouco menos e adotar comportamentos emocionais, independente das consequências não tão positivas a médio e longo prazo", afirma Reginaldo do Carmo Aguiar, psicólogo especialista em terapia comportamental. "Isso não significa ser inconsequente, mas ter ideias e pensamentos flexíveis, aceitando que erros fazem parte da vida", acrescenta.

A intuição a seu favor
Na hora de decidir também vale tirar proveito da intuição, ou seja, aquela sensação que nos aparece repentinamente trazendo uma certeza íntima sobre a validade de determinada atitude, mesmo quando somos incapazes de explicá-la de forma objetiva.

"A intuição é a habilidade de processar informações inconscientemente, sem a intervenção do raciocínio lógico. Ela se desenvolve por meio de experiências e memórias acumuladas no decorrer da vida", define a psicóloga Katia Rech, do Centro de Desenvolvimento da Intuição e Criatividade. É como se tudo o que você viveu e aprendeu fosse arquivado e, quando é necessário, estas informações se organizam e surgem à mente num insight, sem que você consiga identificar os passos que levaram até a essa ideia.

"Nunca temos certeza absoluta a respeito de uma intuição e, por isto, tendemos a descartá-las sem verificar sua veracidade e aplicação", declara Katia. Segundo a especialista, quando há pouca informação disponível e é necessário tomar uma decisão, esta capacidade pode ser mais útil do que questionar-se repetitivamente em busca de uma certeza.

Meditação, ioga, técnicas de relaxamento e atividades ligadas à arte são maneiras de conectar-se a si mesmo e de desenvolver ainda mais a intuição. Contudo, deve-se saber o momento de usá-la e quando é preciso submeter os sentimentos íntimos à uma reflexão mais profunda. E, sobretudo, cuidar para que esta reflexão não se prolongue indefinidamente, levando ao estado improdutivo de inércia.

Fonte: UOL

10/03/2013

Corrida emagrece, faz bem à saúde, combate a TPM e fortalece os ossos


A corrida é um exercício simples, que pode ser praticado a qualquer hora e em qualquer lugar, basta ter um bom par de tênis e disposição. Além de ajudar a perder peso, definir pernas, bumbum e barriga, é uma atividade que tem muitos outros benefícios para a saúde da mulher. “Pode ser um importante aliado na diminuição do estresse e dos sintomas da TPM”, afirma o nutricionista doutor em fisiologia Ricardo Zanuto.

Confira nove benefícios da corrida:

Emagrece
Correr 30 minutos a 80% da frequência cardíaca máxima promove um gasto energético em torno de 600 kcal. Isso ocorre porque a corrida movimenta grandes grupos musculares. Quanto mais tempo durar a corrida, maior vai ser a liberação de hormônios como glucagon, adrenalina e o cortisol, que age para o corpo utilizar a gordura como fonte de energia. São eles que promoverão grandes gastos energéticos por até duas horas depois.

Define
A corrida diminui e controla a porcentagem de gordura corporal, reduz a flacidez e melhora o tonos muscular. Consequentemente, irá diminuir a gorduras em regiões específicas da mulher, como culotes, bumbum e coxas, tornando os músculos dessas regiões mais aparentes e definidos.

Melhora o sono
Atualmente os exercícios físicos são reconhecidos pela American Sleep Disorders Association como uma intervenção não farmacológica para a melhora da qualidade do sono. Segundo estudos, um dos fatores poderia ser a redução do tempo de latência entre o ciclo sono-vigília.

Fortalece o coração
O exercício físico é muito utilizado como uma importante estratégia para controle do nível de lipídios no organismo e redução de riscos de doenças cardiovasculares, por aumentar a aptidão cardiorrespiratória.

Melhora o humor
A corrida aumenta os níveis de um neurotransmissor chamado dopamina, que dá sensação de prazer. Também aumenta os níveis de serotonina no cérebro, provocando bem-estar. Por isso, pode ser considerada uma importante aliada na diminuição do estresse e dos sintomas da TPM.

Acelera o metabolismo
A produção e secreção de hormônios tireoidianos (T3 e T4), responsáveis por controlar o metabolismo energético, aumenta com a corrida, o que a torna extremamente benéfica para quem busca o controle do metabolismo e o aumento da eficiência do gasto energético.

Deixa os ossos mais fortes
O impacto do corpo no solo aumenta a resistência dos ossos. É importante, entretanto, tomar cuidado com o calçado que é utilizado e com a forma da passada. Busque sempre orientação para não prejudicar as articulações.

Trabalha a consciência corporal
A corrida exige foco e concentração, estimulando o raciocínio e a memória. Mas assim como em outras práticas esportivas, há também a busca pela superação, por isso é importante estar atento aos sinais que o corpo dá.

Combate doenças
Estudos têm mostrado que a corrida aumenta a sinalização de uma proteína no cérebro denominada de BNDF, que eleva o número de neurônios no hipocampo – região da memória. Além disso, melhora a obstrução de vasos sanguíneos e a captação da glicose, principal açúcar utilizado pelo organismo, o que diminui os riscos de diabetes.
Fonte: Bolsa de Mulher